quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

INCRÉDULA

Foi assim que fiquei quando recebi 7 funcionárias no meu gabinete com a seguinte proposta: pretendiam um dia de folga como benesse!

É certo que no ano passado lhes foi concedido tal "oferta", visto as Noites de Natal e Ano Novo coinciderem com a sexta-feira. Assim, metade das funcionárias usufruiu do dia 24, outra metade do dia 31.

Este ano, o calendário mudou, e o que muitas desejariam era a 2ªFeira após as festividades - sendo a 2ªFeira um dia crucial para a entidade empregadora devido às responsabilidades que não são para aqui chamadas. Nesta parte disse logo: minhas queridas, digo-vos já que as 2ª Feira não terão (mais coisa menos coisa).

Afirmei que iria pensar sobre o assunto, mas fiz questão de explicitar que o ano passado foi uma situação pontual, este ano coincide com o fim-de-semana, como tal... Teria de reflectir sobre isto.

Mas ainda acrescentei (para mim) o inevitável: "Numa altura de crise em que se reza para se manter os postos de trabalho, vocês vêm aqui pedir-me um dia de folga?!?".

Isto tudo até seria muito bonito, porque eventualmente poderia pensar que todas elas ficariam mais bem dispostas, mais motivadas, mais responsáveis e mais trabalhadoras. Mas não é o caso, juro-vos que não.

CONCLUSÃO: Tenho aqui uma situação chata para resolver porque:
1) Na minha opinião não dava o dia de folga, trabalho é trabalho e não folgas; e ficaria como má da fita;
2) Por outro lado, se lhes dou o diazinho, ficam todas contentes porque conseguem sempre o que querem e não têm que se esforçar para nada.

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